sábado, 22 de janeiro de 2011

One of this days

I will ask you to marry me

Ever since i was a child

Im dreamed about being a writer. I remember as a child tossed a coin into the most beatefull fontain of the city and wish. " I want to be a writer... A good one... The best."



Quando Keating estava ao pé da porta, Todd saltou da cadeira.
- Professor Keating! – Gritou, interrompendo a leitura de Cameron. – Eles obrigaram toda a gente a assinar!
Nolan levantou-se, zangado, e ordenou a Todd que se calasse imediatamente.
- É verdade – continuou o rapaz. – Tem de acreditar em mim!
- Eu acredito, Tood – disse Keating .
Nolan estava furioso:
- Saia imediatamente, Keating!
- Mas a culpa não foi dele! – Continuou Todd.
Nolan foi até à carteira de Todd e obrigou-o a sentar-se.
- Sente-se, Anderson! – gritou. – E não torne a abrir a boca! – E, voltando-se para o resto da classe: - O mesmo vale para todas: o próximo que abrir a boca é expulso! - Nolan voltou-se para Keating, que se tinha aproximado de Todd, como se o quisesse ajudar – Saia, Keating! Já!
Os rapazes Olharam para Keating, que os fitou com atenção uma última vez, como a querer fixar na memória o semblante de cada um dos seus alunos. Depois, voltou-se e dirigiu-se parar a porta
- Capitão! Meu Capitão! – chamou Todd em voz alta.
Keating.
- Sente-se imediatamente, Andersen! – gritou Nolan.
Quando o reitor se preparava para puxar Todd à força para o chão, Knox, do outro lado da sala, repetiu o nome do professor e subiu para cima da carteira. Nolan dirigiu-se para Knox. Meeks, fazendo apelo a toda a sua coragem, subiu também para cima da carteira. Pitts fez o mesmo. E, um a um, outros rapazes seguiram-lhes o exemplo e subiram para cima das mesas, em silencioso reconhecimento.
Nolan desistiu de tentar controlar os rapazes e ficou a olhar, estupefacto para a impressionante homenagem ao antigo professor de Inglês.
Keating, à porta da sala, dominado pela emoção, disse:
- Obrigado, rapazes… Eu… Muito obrigado.
Keating olhou para Todd e depois para cada um dos Poetas Mortoss. Com um breve aceno de cabeça, Keating saiu, deixando os alunos de pé nas mesas, homenageando-o em silêncio.

Tenho ouvido a tua escrita ou lido as tuas orações, qual dos dois não sei. Sei contudo que não gosto de te ver assim porque tenho perfeita consciencia de que és especial. Pouco sei do que te atormenta mas sei certamente que tudo se resolverá, como diz Gagriel a Yanka. O mundo está desarrumado, mas cabe a nós por as coisas no sitio. E se achas dificil uma aventura numa zona qualquer do globo imagina o inferno dum livro chamado uma aventura em portugal. Eu ainda felizmente ainda tenho algo que me alenta, embora não saiba o qué? Mas que tenho dias escuros tenho, escuros ao ponto de todos os teus sonhos se transfomarem em pesadelos escuros ao ponto de pensares que estás num beco sem saida. Mas um dia hei-de libertar-me, talvez não seja tão inteligente, talvez seja muito bonito talvez não tenho aquuilo que é preciso. Ah mas porra! tenho bom coração e na esperança me apoio de que o sol me irá sorrir.


El Patronito o Ardina

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Feliz Natal


Yanka continuava a tocar melodias no seu violino sem parar. A miúda, de 12 anos que tocava como gente grande, já não estava apreensiva com a presença do jovem de casaco longo e negro, como estava anteriormente. Gabriel era para ela até uma boa companhia para conversar.
- E tu Gabriel não devias estar com alguém também.
- Não na verdade também não tenho ninguém. Limito-me a vaguear ai pelas ruas nestes dias.
- E o que fazes?
- Sou metrologista.
- E não era suposto estares a estudar o tempo algures.
- Já estudei!... Vai nevar dentro de alguns minutos.
- Sim e o Pai Natal vai passar ai e deixar-me uma prenda. É melhor mesmo que não neve, está frio e mesmo assim era milagre. Não neva em Lisboa á mais de 14 anos.
- Não acreditas em milagres? Perguntou Gabriel de mãos nos bolsos.
- E porque havia de acreditar já olhaste bem para mim. A minha vida não tem estrelas no céu nem calor de uma casa nem a alegria de uma família. Todas as noites rezo a alguém por algo que eu poça acreditar pois francamente a esperança já me começa a esvanecer. Este violino é a única coisa que tenho da minha mãe e aquele rádio do meu pai. Tenho o orfanato que me dá de comer e nada mais. Tudo era bonito e risonho e de um momento para o outro tudo mudou: do dia fez-se noite, da luz fez-se escuridão, a felicidade deu lugar á tristeza e a esperança deu lugar ao desespero. Humpf qual Feliz Natal!
-Gabriel notou que a miúda estava com frio. Identificou-lhe um certo tremer e um estranho desafinar nas notas devido ao frio.
- Está a ficar frio é mesmo provável que neve.
Ao ouvir aquela afirmação Yanka parou repentinamente de tocar.
- Ouça senhor! – Disse Yanka agressivamente – Eu não acredito em milagres, não acredito em anjos, não acredito em felicidade nem na amizade nem sequer no amor e definitivamente não acredito no Natal.
Foi então que subitamente começou a nevar, começou lentamente e foi caindo mais fortemente ao ponto de os ombros de Yanka estarem cobertos de neve, enquanto lágrimas começavam a formar-se nos seus olhos.
- Como sabias - Perguntou ela lacrimejante
- Já te disse, sou metrologista… E agora já acreditas em milagres?
- Eu queria acreditar… queria mesmo - disse ela a chorar.
- És só uma crinça Yanka! queres ser uma mulher forte mas é só uma criança.
Yanka então chorava como uma criança e ela que se fazia parecer tão adulta. Chorava como se cada lágrima fosse uma desilusão que ela tentasse expulsar do seu pensamento.
- Yanka está com frio! vem-te agasalhar! – Disse Gabriel de braços abertos
Yanka largou o violino e abraçou Gabriel tão fortemente quanto a sua vida dependesse disso. O nevão, esse, não parava de cair.
- O Nevão não parava de cair, poderia-se chamar milagre pois não era neve miúda que caia, era neve rígida e forte do tipo de floco capaz de congelar um lago apenas com o seu toque, Mas não há razão para preocupação, Yanka estava abraçada a Gabriel que acartava com a maior parte do nevão com os ombros
- Li histórias em que a menina morria. - Fungava Yanka - Não era agora que era suposto eu morrer e ir ter com a minha mãe. – Disse Yanka chorosa e soluçando - Como aquela que acendia os fósforos, e aquela em que ele ouvia os sinos e também aquela em que ele adormeceu por baixo do pinheiro e aquela em que…
- Chiuuuuu!... Yanka! Um dia vais tocar os corações de muitas pessoas com as tuas melodias. E sabes que mais. Ninguém tem que morrer hoje.
O casaco de Gabriel rasgou-se nas costas, e delas alongaram-se um par de asas que esticadas mediam 3 metros de envergadura. As asas de Gabriel fecharam-se a frente abraçando e abrigando Yanka da neve.
- E agora, já acreditas em milagres – perguntou Gabriel.
Mas Yanka já adormecera sem lhe dar qualquer resposta.
- Feliz Natal Yanka
- Feliz Natal.


Desejo-vos um grandioso e Feliz Natal e tenham acima de tudo felicidade e a familia toda junta.

O Poeta

Tambem vos desejo um optimo Natal e umas boas entradas para um novo ano. que todos os vossos desejos (ou a maior parte deles ) sejam concretizados.

God bless Us, Every One!

Merry Christmas

El PAtronito o Ardina

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Every time a bell rings




-Harry Bailey.
-George, old son of a gun.
- Harry! Harry!
- Looks like I got here too late.
- Mary, I got him here from the airport
as quickly as I could.
- The fool flew all the way up here in a blizzard.
- Harry, how about your banquet in New York?
- Oh, I left right in the middle of it
as soon as I got Mary's telegram.
- Good idea, Ernie, a toast...
- To my big brother George.
- The richest man in town!

Should auld acquaintance be forgot
And never brought to mind,
Should auld acquaintance
Be forgot, and days of Auld Lang Syne.

- What's that?
- That's a Christmas present from
a very dear friend of mine.
- Look, Daddy.
- Teacher says "every time a bell rings,
an angel gets his wings
".
- That's right.
- That's right.
- Atta boy, Clarence.

For Auld Land Syne, my dear.
For Auld Land Syne
We'll take cup of kindness yet´,
For Auld Lang Syne
We'll take cup of kindness yet,
For Auld Lang Syne


El Patronito o Ardina

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fazer uma chamada.

Logo que abri a porta de casa, chegado de mais um laborioso dia de trabalho, imediatamente senti a falta de alguma coisa. Á porta, não fui recebido pela família; não fui recebido pelo cão, nem pela tartaruga, nem pelo gato, e nem sequer os canários cantaram louvando a minha chegada. Contudo fui efectivamente recebido por algo: o silêncio e a solidão. Por vezes imploramos por silêncio e quando ele aparece, desejamos um pouco de barulho resultante de algum movimento. Puh! Alguém alguma vez entenderá o que os humanos realmente querem?
Pousei a mochila, o casaco e fui passar água na cara ao que depois sentei-me na cadeira contemplando o silêncio. “Podia agarrar no telemóvel e fazer uma chamada” pensei eu. Uma única e simples chamada e logo teria três ou quatro ou mesmo seis amigos para sair, para beber, fumar, passear, curtir, avacalhar e até atrofiar. Mas não!... Não era isso que eu queria. Queria estar com amigos sim, mas uma coisa simples: um copo ou dois, um ou dois martínis, sem complicações, uma conversa simples provida de alguma intelectualidade, sem discussões, uma coisa diferente, calma, amena, agradável. Mas isso era fisicamente impossível, pois como mencionei anteriormente, esse tipo de noite seria sucedida de muitos copos, atrofios, muito tabaco, entre outros inúmeras chatices e substâncias nefastas. Não! Não era isso que eu queria. Decidi então ficar sozinho.
Tomei a liberdade de me prevenir com alguns pack’s de cerveja - antes de chegar a casa – que iriam acompanhar um prato de camarões com molho caril preparado por mim. Preparei-os a preceito, seguindo a receita com rigor sem faltar qualquer ingrediente ou especiaria. Preparei-os com tamanho primor, como se fossem para uma visita que se tivesse sentado e fosse fazer-me companhia. Mas não! Não havia companhia. Eu estava sozinho.

“Só me falta companhia” reflecti mais uma vez ao colocar o petisco e as cervejas já frescas na mesa. Senti-me como “aquele” caguinchas que está sozinho no cinema, numa sala quase vazia onde apenas se encontram quatro ou cinco casais espalhados pela sala.
“Excelente ideia! É isso mesmo! Vou ver um filme!” comentei com os meus botões. Da vasta colecção que tinha, optei pelos clássicos e desses escolhi um a preto e branco.
Os camarões estavam maravilhosos, papei-os de uma assentada. Estavam tão deliciosos que terminei o prato passados 20 minutos decorridos do filme, ao que depois fiquei-me pela cerveja enquanto ia fumando comodamente um cigarro por cada 3 cervejas.
Findo o filme; bati palmas, estava sozinho por isso ninguém iria achar estranho. “Que clássico! Nunca me canso de ver isto!” comentei.
Dirigi-me a aparelhagem e “botei” o CD da Cortney Love. Fiquei a ouvir identificando-me um pouco com a sua solidão – já devia estar fresco. “I've made my bed I'll lie in it. I've made my bed I'll die in it” dizia ela “There is no milk. There is no milk”, pois não… não há, vou abrir mais uma lata, “When I went to school in Olympia. And everyone's the same” continuava ela. Sim! Identifiquei-me com ela estava com sozinho, com quem me podia eu identificar? Apeteceu-me escrever. Agarrei na amiga caneta e no estimado papel e escrevi esta singela narrativa.
Podia agarrar no telemóvel e fazer uma chamada. Uma única e simples chamada e logo teria três ou quatro ou até seis amigos á porta para ir beber. Mas não!... Decidi ficar sozinho.

O Poeta

Ja passaram largos dias desde o ultimo post. Falei com O Poeta para me arranjar algo. Espero que gostem.

Atenciosamente

El Patronito o Ardina

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Do you remember?

No seu restaurante-marisqueira, prestes a fechar, ele pediu uma imperial, deu dois grandes goles deixando-a pela metade. Entretanto entrou uma esbelta mulher e rapidamente se sentou ao balcão ao lado dele.
- Oi - disse ela.
- Oi! - exclamou surpreendido - Então tudo bem? Como me encontraste aqui neste antro?
- Sabia que estarias aqui. É o teu refúgio e essa é a tua companhia, além do mais, todos conhecem isto.
- De todos os restaurantes do mundo inteiro tinhas logo que entrar no meu. – lamentou ele acendendo um cigarro.
- Não sejas assim! Já te disse; todos conhecem o Porto-Novo.
- Então “Cinderella” que vieste cá fazer. - Perguntou dando mais um bafo no cigarro.
- Vim dizer que te amo.
- E dizes isso assim, descontraidamente, como se de algo simples se tratasse.
- E como querias que dissesse? Que chorasse baba e ranho.
- Não… isso não. Não faz o teu género - afirmou ele sorrindo dando mais um gole na cerveja.
- Pois tens razão. Tentei de facto dize-lo em modo de gracejo. Lembro-me bem, «Acho que estou a começar a gostar de ti» lembro-me bem. Mas tu, simplesmente não descodificaste a mensagem. É normal em ti… distraído como o vento, mas para mim é um deleito, adoro esse teu defeito.
- No entanto que viste cá fazer? Não é costume. - perguntou ele. Bebendo mais um pouco da cerveja.
- Sem dúvida. Vim ver como estavas, beber um martíni, ganhar inspiração…
- Para o próximo policial ou será romance desta vez?
- Não sei ainda. Por isso é que aqui estou.
- Pensei que era pra me ver? – reclamou ele
- Claro que é pra te ver, mas e que mal tem juntar o útil ao agradável.
- Olha! Lembras-te desta música? – perguntou ele desviando a conversa.
- Se me lembro! “Play it again Sam” - gracejou ela – são coisas que nunca se esquecem.
- Grande filme. Na altura ainda éramos só sorrisos. – Comentou fumando um cigarro a olhar para o nada.
- É verdade. Lembras-te quando demos as mãos, naquela parte em que Laszlo ordena: “Play the Marseillaise. Play it!”
- E quando nos beijámos?... quando a Ilsa disse: “Kisse-me, kisse-me as if it where the last time”. Como me lembro. Parece que foi ontem, e hoje aqui estamos. Disse ele apagando o cigarro.
Ambos acabaram as bebidas; ele deu o último trago na cerveja e ela o último trago no martíni. Pediram então uma garrafa de vinho tinto de uma carta alentejana de 98.
- Porque não bebes Charlie? Era o teu preferido…
- Nosso! - clamou ele interrompendo-a – e ainda é. Não há vinho como esse! Verte ai um copo para mim.
- És…
-…Fantástico! – interrompeu ele indiferente – Já sei, tas sempre a dizer isso.
- Pois! É verdade… mas ia no entanto acrescentar, one in a million.
- Ah! Não digas isso - disse ele intimidado - então Gabby como vai ser o teu novo romance?
- Olha! – Suspirando - não sei. Provavelmente um sujeito e uma donzela, encostados ao balcão de uma marisqueira prestes a fechar, a beber vinho e sem saberem o que dizer um ao outro.
- Parece-me ser agradável. Na verdade os melhores momentos são estes, em que se começa sozinho e acaba-se acompanhado. É os chamados momentos imprevisíveis. – disse acendendo mais um cigarro.
- Olha! estão a tocar o que tu gostas. - disse ela dando mais um trago no copo de vinho.
- Ainda te lembras quem é?
- Como havia de me esquecer. Cada vez que a Eunice canta, os teus olhos brilham. Brilham como outrora brilhavam comigo.
- Ainda brilham Gabby. – disse ele olhando para ela – Nunca duvides disso. És a única a quem eles brilham como o sol. Engraçado! – disse voltando-se novamente para o balcão - Quando somos pequenos fazem-nos acreditar que o amor é como as historias da Branca de Neve. Longe disso. Bem mais complicado. Abre mais uma Frank.
- Tem a certeza? Não devia beber tanto – aconselhou Frank.
- Não te preocupes Frank, sei tratar de mim. Abre a garrafa e deixa-te de alvitres.
- Ainda há tempo? - perguntou surpresa Gabby.
- Óh menina! – gracejou Frank abrindo a garrafa – há tempo há. Tempo é a única coisa que não se pode comprar aqui no Cais do Sodré. Não se preocupe, não sairei daqui tão cedo. Enquanto o patrão ficar, eu ficarei.
- Hey Charlie - perguntaste-me o que andava a escrever e respondi-te e tu, em que andas a trabalhar? Uma fantasia calculo?
- Claro! Já me conheces. Qualquer coisa, metendo um casal, um barman e uma garrafa de vinho. E claro, um toque de fantasia.
- Charlie hein! Always trying to save the world.
- Temos que acreditar em algo não é verdade.
- É verdade!, há que acreditar em algo.
- Olha!... lembrei-me de uma historia, mas que tu podias dar-lhe continuidade – disse bebendo mais um gole de vinho e acendendo um cigarro.
Gabby sem sequer pedir, tirou confiantemente um cigarro para si e acendeu-o dando dois bafos seguidos.
- Não pares! - disse
- Começa com um homem rico – prosseguiu Charlie - a contar como juntou a sua riqueza. O homem que o está a ouvir é um detective privado. O cliente diz que alguém o quer matar, e de facto assim o é, por um assassino profissional contratado pela mulher, só que ele entretanto simula uma explosão no barco e a esposa é apanhada. The – fucking - End.
- Fatela. Mas tenho uma boa para ti. Um menino aventureiro cujo nome não se sabe. É conhecido apenas por “Menino dos calções pretos”, ele é um semideus, o que lhe permite fazer inúmeras coisas. Nesta aventura ele é o único capaz de encontrar um pergaminho essencial á humanidade. Ele é o escolhido. Então que achas?
- Não me agrada. - disse rindo – Olha estão a tocar o que tu gostas.
- Ainda te lembras? – perguntou ela sorrindo.
- Como podia esquecer o Eddy, era o que estava sempre a tocar lá no Porto. Adoras o homem. Quem dera que me adorasses tanto como a ele.
- E adoro parvalhão. Se soubesses o quanto eu te adoro, quem me dera não te amar tanto!
- Porque? Sou assim tão mau?
- Não… és bem mais que isso. És especial. Ainda foste mencionar o Porto. O Porto!, que maravilha. Tivemos belos momentos lá.
- Sim! sempre teremos o Porto. Bebo a isso. "Here’s looking at you, kid". – disse erguendo o copo.
Ela então começou a cantarolar uma música enquanto brincava com o copo e chocalhava a bebida.
- Out on the corner with cast iron blood
10,000 or more with hearts on their own…
- …they say i might die i maybe cold
I may have no jesus I may have no soul
– prossegiu charlie.
- Malandro! – replicou ela matando o ultimo gole de vinho.
- Olha! Mudando de conversa tenho uma proposta simpática para ti. Se quiseres ouvir.
- Estou ansiosa continua. – afirmou Gabby
- Envolve um casal, um filme e uma garrafa de vinho. O que me dizes de nos pormos a andar daqui pra fora e irmos para casa ver um filme?
- Tipo Humphrey Bogart e Ingrid Bergman. Que dizes?
- Não percamos mais tempo! Baby! lets go home. Frank dá me mais uma pra levar.
- Mas eu estou um pouco torta.
- Não te preocupes. Olharei por ti. Sempre o fiz! – disse charlie colocando o seu casaco em Gabby.
- És…
- …fantastico. Já sei.
- Não! – disse ela – One in a million.
Ambos despediram-se rapidamente de Frank que deu uma garrafa a Charlie. Á saida, um avião passou por cima deles.
- Sabes “Cinderella”? Este cenário lembra-me algo - comentou Charlie a Gabby.
Então Gabby gracejou com um sorriso:
- "Louis, I think this is the beginning of a beautiful friendship".

The – fucking - End



O Poeta

El Patronito o Ardina