domingo, 29 de junho de 2008

Movies - Os Contadores de Histórias

Alguma da educação que tive: pode dizer-se que foi derivado do cinema, não me interpretem mal, não me quero comparar a scorsese – de quem estimo muito – também percebo algo de cinema e sinceramente é uma arte que me fascina, mesmo sabendo como se faz, o cinema nunca há-de perder a sua magia. Lembro-me perfeitamente de ver a branca de neve e os sete anões em cinema da Walt Disney Studios, com a minha mãe mas o filme que talvez possa considerar que fez-me venerar esta arte: será mesmo "Who Framed Roger Rabitt" entre outros que se viriam a seguir. Lembro-me como se fossem ontem; no cinema Berna antes do filmes ainda andei nos baloiços com a minha irma. Esse dia nunca mais me saiu da memória está guardado na caixinha das boas recordaçoes, que ainda são algumas. Walt Disney tambem era um sonhador; um visionário e direi mesmo… um génio e um, entre muitos, dos homens que admiro pelo contributo e criatividade que deram ao mundo. A todos os realizadores humildes que consideram que o cinema é de facto para entreter e um pouco para educar e essencialmente a Edison e aos irmãos Lumieres. Aperto-vos a mão. Ainda posso dizer que uma das coisas mais preciosas que possuo em casa é mesmo a minha colecção de filmes. São clássicos; modernos; acção; romaces; terror; comédia; animação, é pró menino e prá menina, tenho de tudo. os bilhetes guardo-os sempre, tenho-os guardados numa caixinha, agora são feitos daquele papel quimico mas antigamente eram aqueles compridos. Agora por falta de tempo na me é possivel ir muito ao cinema mas sempre que posso, dou lá sempre um saltinho. O genero que mais gosto é mesmo a animação. Agora se me permitem vou ver um filme.

T, T, T, T, T, TH, TH, T, T, TH, THA, THAT’S ALL FOLKS.

Um bem haja

El patronito o ardina

quinta-feira, 26 de junho de 2008

The Pursuit of Happyness

Christopher Gardner: Hey. Don't ever let somebody tell you... You can't do something. Not even me. All right?

Christopher: All right.

Christopher Gardner: You got a dream... You gotta protect it. People can't do somethin' themselves, they wanna tell you you can't do it. If you want somethin', go get it. Period.



Apoiado. Todos nós temos sonhos. Há que conquista-los

Que todos os sonhos se realizem.

El Patronito o Ardina.

É Verão e ja tou quase a receber.

Sim os jornais tem rendido este mês, com a selecção, as vitorias e as derrotas. Entretanto o estado da nação não muda e eu, cá vou vendendo os meu jornais e bebendo os meus copos. Mas prometo que está para chegar mais um poema do poeta. Aproveitar o sol, as águas, comer uns caracois e beber umas survias, mas sempre com segurança típica do verão. Por falar nisso; ainda nem tirei férias.

El Patronito o Ardina

domingo, 8 de junho de 2008

Força Portugal, Euro 2008


Não sou grande fã de futebol. Ou já fui outrora, talvez nos tempo em que se jogava com alma e nao por dinheiro mas que apoio a selecção e o meu pais sem duvida. sempre gostei de ver a selecção jogar e o nosso povo tem uma maneira muitos especial de apoior o proprio pais. tem tambem uma maneira ligeiramente bimba mas adjectivos a parte, desde que se ganhe e o povo esteja contente é o que interessa. haja jola; jeca; survia; marisco; caracol; tremoço e sempre, sempre boa disposição. Há os que festejam antes e que os festejam depois do jogo há os que festejam durante, há os que só bebem quando ganham, e os que tambem festejam quando perdem quando se empata, quando nao jagamos, e ainda há quem beba so por beber, quem festeje a vitoria alheia ou mesmo a derrota. Bem; que se brinde a Portugal.

Se Portugal desse o patriotismo que o povo dá ao país provavelmente muita coisa não estaria como está. Dar e receber.


El Patronito o Ardina

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Fumar ou não fumar.

Perdão por não postar faz já algum tempo, mas os meus leitores assíduos – equivalente a zero – compreendem perfeitamente que ás vezes a minha vida torna-se complicada. Os jornais não param de sair e o mundo não pára de girar. Geralmente, também venho á Gata de Broadway para descomprimir e esquecer um pouco o mundo, outras vezes também adoro beber a minha jeca em casa fumando um cigarro e a ver um dvd em frente a TV onde por cima pende um sinal de proibido fumar. Sinal esse que brilha no escuro. O que me traz uma objecção bastante peculiar; pois em certos locais é permitido fumar, mas na verdade após algum tempo acumula-se o fumo de tal maneira que nem conseguimos respirar nem sequer abrir os olhos. Pensem nisso e nas regras mal fadadas que este pais inventa.
Já agora que me aqui encontro tomei a liberdade de ler os suplementos e desde já queria, com uma lágrima no olho prestar a minha homenagem á Nina com uma fenomenal salva de disparos de canhão. De Gata para Gata, um sincero bem-haja senhora dona gata.

El Patronito o Ardina

domingo, 25 de maio de 2008

Dia 17 de maio

A dia 17 Maio vi: "um caracol que saiu de Paris de Avião. Radiante de Alegria, Bebeu um copo de Espumante durante a viagem, que estava a fazer á Noite num Sabado. Saiu do Avião e despediu-se da hospedeira Raquel, Abraçando-a. Tocou á campainha da sua Entrada, a sua amistosa Herdade, de lá de dentro reçoou um alegre parabéns, estava lá o Rogério, o Artur, o Nando e até o Ismael que vinha de longe, foi festa a noite toda".

Neste mês em que tanto tive para fazer
guardei este espaço, não me consegui conter
o unico de maio vale por todos de um ano
É especial.

El PAtronito o Ardina

domingo, 20 de abril de 2008

A Fuga

Começo a correr no meu bairro
corro tão rápido quanto um carro
corro mais e mais sem nunca parar
continuo até a sombria floresta atravessar
estendo os braços e de repente estou a voar
se tiro um lenço do bolso fico logo a navegar.

É esta sede de não estar quieto
este pesadelo de estar parado
sou assim, extremamente inquieto
sou mais aventureiro que um leopardo

Sou supersónico sou um concorde
em poucos minutos bati o melhor recorde
sou um pateta de um sonhador
sonho por este mundo tentador

moribundo, sem vida
sedento de alegria
enquanto pela estrada corro
sempre sempre sem parar
cobri a cabeça com o meu novo gorro

até se me o fôlego acabar
não parei caminhar
na ânsia de saber quem sou
desde que nasci que me pergunto

A inteligência me amaldiçoou
com essa duvida sem luz no fundo
serei um escritor no seu apogeu?
ou um poeta amargurado,
um sentimentalista embriagado,

quem realmente sou?

Paro e chego a conclusão
és um escritor em ascensão
e sempre com uma exagerada ambição.

Com o vento a bater na cara
A chuva que se acalma
Depois de amainar a tempestade
e diminuir a velocidade,

constatei: que um dia serei alguém. assim que chegar a oportunidade

Pois sou filho de Augusto Freire de Andrade.

O Poeta

El Patronito o Ardina